La Cordonneire – Roteiros Paris

June 21, 2013

Deixei o melhor por último. Assim, o gostinho de quero mais continua vivo em minha memória por mais tempo, esperando pela oportunidade de sentar às mesmas mesas, experimentar os mesmos pratos, ouvindo a mesma música e degustando o mesmo vinho.

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Hoje, vou falar sobre o La Cordonnerie. Este pequenino Bistro fica no mesmo bairro que o Louvre e é uma excelente pedida para um jantar inesquecível depois de uma tarde magnífica em um dos melhores Museus do mundo.
***Dica importante: É indispensável fazer reserva. O Bistrozinho, localizado na Rue St-roch, é o mais pitoresco em que já fui. O chef, também proprietário, cozinha seus deliciosos quitutes franceses em uma cozinha tão pequenina qto a de um apartamento. E se você tiver sorte, sua reserva será feita em uma das quatro mesas que ficam próximas à cozinha vitrine. E o chef (se a noite não for muitooooooo busy), cozinhará conversando com você sobre o cardápio, o modo de preparo, a escolha dos ingredientes e o que mais você se interessar.

Foi assim conosco nas duas noites em que estivemos por lá durante as oito em que passamos em Paris. Sentamos exatamente à mesma mesa as duas vezes. Fomos muito bem atendidos pelo mesmo único garçom e apesar da imensa vontade de escolher os mesmos pratos as duas vezes, as diferentes escolhas fizeram com que nossa vontade de voltar somente aumentasse. Bom, como foram duas diferentes noites, vou contá-las na íntegra. Primeiro uma, depois a outra. Na primeira noite, pedimos ao chefe que todas as escolhas feitas fossem divididas em duas porções, assim, nós dois experimentaríamos um pouquinho de tudo.

A primeira entradinha foi uma sopa musseline de cogumelos e mini raviolinhos de queijo fontina no molho de creme. Nemmmmm preciso falar o quão fantásticas as duas entradas eram. A sopa, desmanchava na boca, como se fosse feita de ar…e a massa era de uma delicadeza sem igual. Depois, de prato principal, eu escolhi Vieiras grelhadas no molho cítrico, com refogado de erva doce e arroz de açafrão. Ro escolheu im guisado de carne vermelha com legumes. As vieiras estavam muito macias mas o que mais me chamou a atenção foi a erva doce refogada…nunca havia cogitado experimentá-las assim!! Divinas! E ao perguntar ao chefe como ele havia feito para abrandar o sabor da erva doce, ele me explicou que primeiro ele ferve o bulbo por alguns minutos na água, antes de acrescentar os temperos e o creme de leite fresco..o guisado de carne também estava com aquele sabor de fazenda, sabe? de que ficou horas e horas cozinhando. Deliciosamente francês. De sobremesa, meu marido escolheu uma banana flambada ao rum que o chef veio preparar na nossa mesa e eu optei pelo mousse de marron glacê, feito com castanha portuguesa. Pude sentir toda a delicadeza de uma das minhas castanhas prediletas, encorpado pela textura de crumbles de bolacha amanteigada no meio.

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Na segunda noite, ficamos realmente tentados à pedir novamente as delícias da primeira vez, mas nos seguramos e optamos por itens diferentes – que diga-se de passagem, foram tão bons quantos os primeiros!!!! E a escolha foi assim: de entradinha, foi refogado de cogumelos selvagens no glaze de balsâmico e foie gras no molho de cacao. Aqui preciso dizer o quão impressionada eu fiquei com a combinação de chocolate e foie gras….pareamento perfeito entre estes dois ingredientes tão únicos e marcantes no sabor e na textura. o chocolate trouxe um leve adocicado ao rico foie gras…mais uma vez, nunca havia imaginado!! de pratos principais, escolhemos filé de peixe ao molho de limão e grãos integrais e filé de frango com batatas coradas e maçã refogada. sinceramente, não saberia te dizer de qual deles eu gostei mais…o peixe estava perfeitamente cozido, muito rico e principalmente, muito fresco…já o filé de frango, eu mais uma vez tive que perguntar ao chefe pois eu nunca havia experimentado um frango que desmanchasse na boca como este. E ele, com toda a cordialidade, me explicou que depois de selar so filés na frigideira bem quente, os mesmo iam para o forno e terminavam o cozimento sendo assados numa temperatura muito baixa, para não dourar ainda mais. Fantástico!! A sobremesa, seguindo a tradição que não poderia faltar, foi a mesma banana flambada para o Ro e um belo prato de queijos com torradas e café expressso pra mim. Simples assim.

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Se estiver interessado em conhecer e quiser fazer reservas, o website é www.restaurantlacordonnerie.com

O dono/chef trabalhou sua vida inteira lá. Ainda adolescente, era aquele único garçom na época em que seu pai era o cozinheiro. Depois que o seu pai faleceu e com muitos anos trabalhando ao lado dele, tomou a dianteira do negócio de família e conseguiu manter o mesmo padrão e prestígio que seu pai construiu. Não bobeie. Como muitos outros bistros, não abre nem de sábado e nem de domingo. Afinal de contas, para se cozinhar e proporcionar prazer aos outros, é preciso proporcioná-los à si próprio e nada melhor do que sábado e domingo off para, de segunda a sexta, se dedicar e fazer o seu melhor!!

Bisou, bisou =]

Fer Flaiban

 

Fotos: Fernanda Flaiban @flaiban

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Ambassede d’auvergne Brasserie – Roteiros Paris

April 26, 2013

Quando estávamos planejando nossas férias em Paris, eu comprei um guia muito legal de restaurantes de lá chamado “Hungry for Paris – The Ultimate Guide to the city’s 102 Best Restaurants”. O autor, chamado Alexander Lobrano é im especialista no assunto, colunista de gastronomia de revistas e jornais conceituados tanto aqui nos EUA como na Inglaterra. Enfim, minhas férias começaram algumas semanas antes porque a cada capitulo do livro, ele descrevia com tanto gosto os pratos escolhidos nos restaurantes citados, que minha boca enchia de água só de imaginar os diferentes sabores. Tomei nota de alguns restaurantes que eu gostaria de visitar e saimos de casa já com três reservas feitas. Claro que no dia-a-dia da viagem a gente geralmente muda os planos, né? e das três reservas, a única que não cancelamos foi essa : L’Ambassade d’auvergne Brasserie.
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O Restaurante em si foi um dos mais tradicionais que eu tive a oportunidade de conhecer. Fica localizado na região do Marais, perto ao Centre Pompidou, um Museu de Arte Moderna com arquitetura high-tech no 3rd arrondissement. Foi inaugurado em 1968 e desde então nada nunca foi modificado. Dress code não tão casual, estava lotado e muito animado. Com staff simpático e super prestativo, todos falavam inglês e a escolha dos pratos não foi difícil, uma vez que eu já havia lido à respeito no guia e sabia exatamente o que queria experimentar.

 De entrada, pedi a famosa e clássica Salada quente de Lentilhas com Bacon. De sabor forte e textura rica, as lentilhas são temperadas com mostarda de dijon, vinagre e foie gras derretido. Não é nada light e posso até dizer que é um prato um pouco pesado para o jantar, mas estava deliciosa e well, eu estava de férias ,né?
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 De prato principal, pedimos peito de pato grelhado com Aligot. Aqui, preciso falar que foi um ato de bravura da minha parte comer este pato. A carne do pato não é uma carne fácil de se trabalhar. Geralmente, o pato precisa ter a idade certa pois é uma carne já mais fibrosa por natureza. e se for preparado bem passado pode virar algo que se compara à “sola de sapato”, como diz o ditado popular…rs. Aqui, os franceses enxergam como um crime fazer qualquer carne que seja de forma bem passada…com o pato, não é diferente. Meu peito chegou a mesa meramente “selado”, vermelhinho vermelhinho por dentro…e o mesmo, vinha acompanhado do tão famoso e esperado “Aligot”, um purê de batatas muitoooooooo delicioso, acrescido de alho e queijo não curado conhecido como Tomme de Laguiole, com uma textura estica e puxa dos deuses. Confesso que o aligot estava muito mais delicioso do que o pato =/….. mas a combinação dos dois estava perfeita e, vencidas as devidas barreiras dentro de mim, me vi comendo não só “pato”..me vi comendo “pato mal-passado”. O Aligot fez toda a diferença..rs. E o mais legal é que o garçom vem até a sua mesa e estica e puxa o Aligot de dentro da casserole de cobre antes de te servir. Impossivel não sorrir.

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 Antes da sobresa chegar, eles te servem fatias de Brioche levemente açucarado e com notas de flor de laranjeira. Motivo da delicadeza: Limpar o palato e prepara as papilas gustativas para o sabor doce. Yummy yummy!!! A minha sobremesa foi o Trio de cremes e a do Ro, bolo de nozes com sorvete de caramelo. Meu trio, consistia de três diferentes sabores da mesma variação de creme, apresentados em pequeninos ramequins de porcelana. Baunilha, Menta e Flor de laranjeira. Acompanhava uma bolachinha de patê sablèe e era doce na medida certa. O bolo do Ro, também não muito doce, fez par ideal com o sorvete de caramelo.
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Enfim, saímos de lá quase 11 horas da noite, felizes da vida por mais uma noite parisiense em nossas lembranças e pela certeza de que os sabores que encontramos aqui, somente encontramos aqui…
Fantastique!!!!
Fer Flaiban
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Fotos: Fernanda Flaiban – siga a Fer no Instagram para ver mais de suas lindas fotos, como essa de Paris <3 @flaiban

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Pasco – Roteiros Paris

April 12, 2013

Pasco
Ah Pasco, Pasco…
Este foi o primeiro Bistrô da nossa aventura. Assim que pousamos em Paris e depois de fazer o check-in no hotel, percebemos que estávamos com muita fome!! bom, por causa da diferença de fuso, em Paris era hora do almoço, então… lá fomos nós “almoçar” o que biologicamente, nosso corpo entendia como café-da-manhã…rs

Decidimos sair andando pelo bairro quando encontramos este restaurante super charmoso e que, além de pratos tradicionais da culinária francesa, também oferecia delicias da região mediterrânea…yummy!!!!!

Comecei os trabalhos com um Kir.. já ouviu falar? Kir é um coquetel tipicamente e originalmente francês, servido como aperitivo e que deve ser consumido de entrada, antes de qualquer petisco e principalmente antes do prato principal. A receita original, pede licor de cassis no fundo da taça e espumante por cima…hoje em dia, pode ser feito usando frutas vermelhas ou pêssego, com vinho espumante ou frisante (pequenas variações do mesmo)…confesso que virei fã…impossível tomar uma só taça… é leve, refrescante e o doce do licor é totalmente balanceado pelas notas frutadas do espumante, geralmente brut, dando origem à uma combinação que fica difícil resistir…bem…era sábado… e eu estava de férias!!! Então, por que não aproveitar o momento???

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Depois do Kir, veio a hora de escolher o que degustar. Neste restaurante, como em muitos outros da Europa, é comum encontrar uma opção de cardápio de preço fixo, geralmente composta de entrada, prato principal e sobremesa. Vai a dica: quase sempre vale a pena optar por estes deals, a não ser que nenhumas das sugestões oferecidas seja do seu gosto…pois em termos monetários, sempre sairia mais caro pedir esta composição separadamente.

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De entrada, escolhi a sopa creme de abóbora com ragu de cogumelos e o Ro, a de lentilhas verdes com ragu de castanhas portuguesas…nem preciso falar que ambas estavam SENSACIONAIS!!!!!!!

Depois do kir e da sopa aveludada, escolhi filé de peixe espada com risotto de quinoa selvagem e pesto de manjericão. O peixe estava no ponto exato, quando as lascas se separam sem esforço nenhum, suculento e perfumado. A combinação com o pesto ficou perfeita e a quinoa selvagem trouxe a textura que o prato pedia, uma vez que o peixe era muito macio. Rogério optou (claro) pelo steak and fries com molho de pimentas verdes. O steak estava exatamente no ponto, juicy e macio…e as batatas fritas, foram criativamente representadas com batatas duas cores assadas.

Agora, eu preciso fazer apologia as sobremesas deste lugar. S’il vous plaît (por favor), se você for para Paris, NÃO deixe de experimentar a Torta de maçã daqui…bom, tá certo, é um Bistrô e pode ser (pode ser não, com certeza é) que o Menu não seja mais o mesmo…e a maçã é um ingrediente encontrado por lá em abundância durante outono-inverno…de qualquer forma, tenho certeza de que você não se decepcionará com qualquer escolha que fizer!! Meu marido, que não é muito do sabor doce, escolheu carpaccio de abacaxi, com sorbet de limão e caramelo de laranjas…mas cítrico que isso, impossível..rs…para mim, um pouco ácido demais mas para ele,  de “lamber o prato”…agora, voltando na minha escolha, preciso descrever aqui… Oh My God!!! a base da torta, era composta de pâte sablèe, uma crust muitooooooo rica em manteiga e por isso, claro, cheiaaaa de sabor. A maçã, vinha logo emcima, assada inteira e ainda quente. Para refrescar a mordida, a torta foi finalizada com uma bola de glacier (sorvete) de baunilha e calda quente de caramelo. Pensa em Paraíso e Pecado, assim mesmo, tudo junto. Pois é. Essa torta é a representação do fim do mundo!! Incrivelmente perfeita e deliciosa. enfim, essa foi a história do meu primeiro almoço em Paris. Minhas memórias começaram aqui.

Este dia, terminou com um passeio de mãos dadas até a Torre Eiffel. Tão perfeito quanto a sobremesa descrita poucas linhas acima..

 

À bientot, j’espère!!

Fer Flaiban

Fotos Pasco: Fer Flaiban

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La Balançoire – Roteiros Paris

April 5, 2013

Bonjour!

Hoje quero que vocês conheçam o La Balançoire, um Bistro delicioso que fica na região de Montmartre, à 5 minutinhos do Moulin Rouge. Preciso dizer que este é um dos meus prediletos e não vejo a hora de voltar à Paris só para saborear as gostosuras daqui mais uma vez…

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No dia em que cruzamos com este lugar, havíamos feito um Walking Tour até a Basilica de Sacré-Coeur, passeio fantástico indicado pela Chef Paty. Cheio de artistas de rua, numa vibe bem provinciana e tipicamente francesa (well, ainda assim com turistas por todos os lados…), depois de muito andar e observar, você chega à Basilica que está localizada no ponto mais alto de Paris…ou seja, só pela panorâmica de lá de cima, já vale o passeio.

 

Depois de curtir, tirar fotos, respirar aquela paisagem linda, claro que o almoço era mais que bem vindo! Encontramos este restaurante através do Trip Advisor. Belezinha de lugar! Todo vintage, meio com um quê hipster, o lugar é comandado por três jovens amigos. Um deles cozinha na micro cozinha com a ajuda de um assistente, e os outros dois comandam o movimento no salão, ora garçons, ora baristas…ora gerentes, ora recepcionistas. Tudo numa dança sincronizada e bem marcada. Super atenciosos, respondem à todas as possíveis dúvidas e te deixam mais do que a vontade. Apesar de pequenino, não tivemos que esperar por uma mesa, mas se for para jantar, é recomendado que se faça reservas. Eles estão abertos para almoço e jantar, de terça à sábado.

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Se optarem por um vinho, o cardápio está escrito em uma lousa, na parede, no mesmo espaço em que eles vão depositando as rolhas das garrafas de vinho que são consumidas por lá (Arte…isso é Paris).

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A minha pedida de entrada, foi a sopa velouté de abóbora. Bom, sou louca por sopas e ainda mais no inverno…estava um dia frio e nada pode ser melhor do que uma sopa num dia assim!! Além de deliciosamente balanceada, ela vem criativamente apresentada em duas partes, transformando sua experiência em um momento de interação com a comida: a sopa creme, em uma mini jarra de porcelana, e o prato vem com o creme de cebolinhas e bacon…adorei misturar tudo e ainda assim, sentir distintamente cada ingrediente na mesma colherada.

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De prato principal, escolhi também uma opção desmontada. Ovos mexidos com foie gras servidos na casquinha do ovo, batatas coradas com a pele e temperadas com uma pitada de sal, salada de pepinos com menta e coentros e mais da mesma sopa (o que eu achei fantástico…). Já Rogério, optou por steak and fries (bife com batatas fritas) e ai vai uma super dica: aqui, steak and fries faz parte de qualquer cardápio em qualquer restaurante, assim como o espaguete ao pomodoro na Itália…então, se você não é vegetariano e adora uma carne vermelha, não exite em experimentar!! O steak estava perfeito e vinha acompanhado de um patê de tomates secos cheio de sabor!

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Para finalizar, pela primeira vez na viagem, resolvi optar pelos queijos…sempre achei que sobremesa tinha que ser algo doce, mas os queijos que são servidos após a refeição são tradicionais aqui e, quer saber a verdade? amei! (fiz esta escolha algumas vezes mais durante a viagem…rs)…a minha tábua de queijos estava deliciosa: a seleção, geralmente, é por conta do chefe (eles compram os mais frescos e com melhor preço nos mercados) e sempre (ou quase sempre) é composto por um queijo mais suave e cremoso, como o camembert ou brie, um queijo mais ácido e de notas fortes como o parmesão ou outros do mesmo grupo e um terceiro, geralmente chamado de azul, que possui sabor mais intenso, tipo roquefort, gorgonzola…mas aqui na Europa as variedades e variações são tão grandes que estes meus exemplos são muito simplistas para explicar a complexidade de sabores numa tábua como essa… finalizei meu almoço com um expresso servido na xícara de ágata e saímos falando tchau e dando as mãos, completamente felizes e satisfeitos pela escolha feita.

 

Vá lá:
La Balançoire
6, Rue Aristide Bruant, 75018 Paris

“À plus tard”

Fer Flaiban

Fotos – Fernanda Flaiban

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7eme vin

March 29, 2013

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Já devidamente apresentada, hoje, oficialmente, dou início aos trabalhos. Semanalmente irei escrever sobre um Bistrô em Paris. Será o meu primeiro ciclo de posts. Na última viagem que fiz à Cidade da Luz, em dezembro passado, fui com o puro e simples intuito de construir memórias gustativas. Claro que também visitamos todos os lugares lindos que um roteiro de viagens à Paris precisa ter, mas o foco mesmo era o de encontrar lugares, lojas, pequenos restaurantes que nos mostrassem as opções gourmets dos “locais”. Então tentamos fugir dos mais turísticos e fomos em busca daqueles que nem website tem (como este do post).

Paris é recheada de lugares assim (sorte a minha) e se o budget não é muito grande, encontrar estas preciosidades faz toda a diferença na construção de tais memórias. Este entrou na minha lista de preferidos e espero que entre na sua também. “Allons-nous?” – Vamos lá então?

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